quarta-feira, 26 de maio de 2010

Vivoverso e Simpósio de Poesia na II Bienal Internacional de Brasília em setembro

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EM BREVE ESTAREMOS INFORMANDO COMO SE INSCREVER NO EVENTO.

* Concepção e design do cartaz por  Laura Dusi

terça-feira, 20 de abril de 2010

Vivoverso homenageia Brasília, a cidade onde nasceu!


"...nada existe como o azul sem manchas
do céu do Planalto Central
e o horizonte imenso aberto
sugerindo mil direções!"
                                          Toninho Horta e Fernando Brant

Nestes 50 anos, desde 1960, muito aconteceu na capital do Brasil. Nem sempre a luz do céu foi vista.... Mas o Grupo Vivoverso se dispõe a trazer mais pra perto o "azul sem manchas" deste céu que merecemos, pelas luzes da poesia.

Queremos continuar a contribuir para compor o "horizonte lírico imenso aberto" de "mil direções".

Registre, então, neste espaço, um texto, seu ou de alguém que goste, sobre a nossa cidade de Brasília!

Vamos homenageá-la juntos!!!

domingo, 21 de março de 2010

OSWALDO MONTENEGRO EMOCIONA UMA VEZ MAIS!


Um show de virtuosismo em todos os níveis foi o que
Oswaldo Montenegro mostrou no lançamento do DVD
Quebra-cabeças elétrico ( título-homenagem à canção de Antonio Adolfo que concorreu no mesmo festival que consagrou a belíssima “Bandolins” na década de 1980), na melhor tradução da tradição da MPB.

Foi nesta sexta-feira, 19, na casa de espetáculos Canecão no Rio de Janeiro. Em uma homenagem a parceiros como Zé Ramalho -com uma banda afiadíssima e Madalena Salles linda na flauta como sempre- ouvimos a canção da dupla que começa dizendo “em terra de cego/quem tem um olho é rei.../imagine quem tem os dois...”. (A platéia fica imantada nesta letra poema!). Sublinho também a interpretação antológica de “Muito romântico” de Caetano, seguido de “Minha honey baby”, a favorita de Elvira Montenegro ( na foto à esquerda), mãe do compositor, com quem compartilhei a primeira mesa gargarejo da platéia, ao lado de Vânia, sua irmã (que tirava a foto), e da animada tia Nícia (ao centro) .


Estar com Oswaldo pra mim sempre significa -há 32 anos- que vou compartilhar momentos inspiradores também com minha amiga Elvira, com quem tive a honra de trabalhar assim que cheguei à Brasília, em 1984. Nesse caminho o tempo entre nós todos transformou-se em elo.

Quem tem o privilégio de conviver com esta família-poesia ( oi, Bruna , oi Deto!) entende a dedicação à beleza e a garra que caracterizaram durante toda a sua carreira o cancionista, diretor teatral e músico excepcionais. Saí do show com o espírito inspirado e em festa. É isso que ele faz com a gente. Há mais de 30 anos. Não é pouco.

Pela relevância de sua obra extensa - e intensa- de contínuos sucessos (que sempre emocionaram platéias , como  sexta-feira) ; pela alegria em criar e em dar oportunidade para que novos talentos cresçam a seu lado; pela missão artística que cumpre com virtuosismo renovado, Oswaldo Montenegro receberá a homenagem poética do grupo de poesia e performanceVivoverso, da Universidade de Brasília, na Abertura da II Bienal Internacional de Poesia de Brasília representando todos os artistas da palavra que contribuíram para construir a alma sensível de Brasília nestes 50 anos da capital.
Dia 3 de setembro. Dia histórico imperdível. O compositor já confirmou a presença !
        
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Compartilhe aqui os versos do poeta que mais te tocam...
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( As fotos são do arquivo pessoal de Vânia Montenegro- gentilmente cedidas para o blog)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Marina Colasanti aceita o convite para participar do II Simpósio de Crítica de Poesia da II BIP Brasília


Marina Colasanti
confirmou sua presença no II Simpósio de Crítica de Poesia (setembro de 2010) da II Bienal Internacional de Poesia de Brasília, para nossa alegria!

Será um luxo como poucos podermos ouvir e sentir de perto esta tão querida multiartista: escritora, artista plástica, roteirista e tradutora internacionalmente reconhecida, que (entre muitos outros) recebeu quatro prêmios Jabuti. Só em 1994 foram dois– o de literatura infantil e o de poesia com Rota de Colisão. Seu primeiro livro foi publicado em 1968, Eu Sozinha, e o primeiro de poesia foi Cada Bicho seu Capricho , de 1992. Desde o início de sua carreira literária publicou mais de trinta volumes de contos, crônicas e poemas.

Querem  um gostinho?

De caça a caçador

Para alcançar palavras que nos fogem
preciso é acarpetar as passos
velar de espesso véu nosso desejo
e esperá-las
caiados
de tocaia.
Sempre haverá um momento
de descuido
em que a palavra
recolhidas asas
pousará sobre a língua
e será nossa.
Entrementes
há que tomar cuidado.
Assim como as caçamos
palavras há também
em cada esquina
prontas
com unha e dente
a nos saltar em cima.

(in República dos Poetas; antologia poética.
Rio de Janeiro: Museu da República Editora, 2005)

domingo, 17 de janeiro de 2010

VivoVerso, cena e crítica em 2010: certificado de mérito


"Como o poema de Cora Coralina
é irmão de “ ...E agora, José”,

está escondido no tempo, menina,
aquilo que a gente é."
                                                                                           Oswaldo Montenegro

A CENA
O projeto para o espetáculo "BRASÍLIA, SÓ ELA!", com seleção de poemas de vários autores e canções sobre a capital ganhou o CERTIFICADO DE MÉRITO E RELEVÂNCIA DO GDF para figurar no conjunto de homenagens que acontecerão na cidade pelos seus 50 anos.

A CRÍTICA
A partir de fevereiro também começam os convites oficiais aos poetas, críticos acadêmicos e jornalistas para as mesas de debate do II Simpósio de Crítica de Poesia  (3,4,5 de setembro) sobre o grande tema "POESIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA: OLHARES e LUGARES".
O Evento  comporá , sob nossa coordenação, a II Bienal Internacional de Poesia de Brasília - com uma rica programação projetada pelo poeta e diretor da Biblioteca Nacional, Antonio Miranda. O homenageado desta edição será o compositor, cantor, diretor teatral e poeta Oswaldo Montenegro.

O II Simpósio visa a atualização dos debates sobre a produção artística surgida no Brasil, a partir da década de 1990, considerando os vários vetores da produção poética contemporânea na construção e desconstrução dos processos de subjetivação.
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*...como prometido, a praia do post abaixo é...Acapulco!!